quinta-feira, 20 de julho de 2023

Flashes do Europeu 2023/Sant Sadurní d’Anoia (8)

Grupo B / 2.ª jornada

Inglaterra - Alemanha: 2-8

Golos: Josh Taylor, Matthew Baker / Lucas Karschau (5), Sebastian Haas,  Daniel Strieder, Nick Heinrichs 

Germânicos não deram hipóteses no duelo dos frágeis outsiders... 

Flashes do Europeu 2023/Sant Sadurní d’Anoia (7)

Grupo B / 2.ª jornada

Andorra - Suíça: 2-5

Golos: Bernat Picanyol, Nil Payes / Andrin Gottwald (2), Gian Rettenmund (2), Pascal Kissling

Andorra foi a prova de que Suíça é a equipa mais forte deste grupo B... 

Flashes do Europeu 2023/Sant Sadurní d’Anoia (6)

Grupo A / 2.ª jornada

Itália - França: 4-2

Golos: Andrea Malagoli (2), Giulio Cocco (2) / Carlo Di Benedetto (2)

Histórica Itália já sabe o que é vencer neste Europeu... 

Flashes do Europeu 2023/Sant Sadurní d’Anoia (5)

Grupo A / 2.ª jornada

Espanha - Portugal: 3-3

Golos: Martí Casas, Pau Bargalló, Nil Roca / João Rodrigues, Rafa, Gonçalo Alves

Resultado espelha o equilíbrio verificado no grande duelo planetário... 

terça-feira, 18 de julho de 2023

Flashes do Europeu 2023/Sant Sadurní d’Anoia (4)

Grupo B / 1.ª jornada

Andorra - Alemanha: 6-2

Golos: Nil Payes (4), Gerard Miquel (2) / Thomas Kohler, Sebastian Haas

Andorra mostra surpreendente superioridade na estreia... 

Flashes do Europeu 2023/Sant Sadurní d’Anoia (3)

Grupo B / 1.ª jornada

Suíça - Inglaterra: 4-0

Golos: Lorenzo Rui (2), Yannick Dysli, Jonathan Brand

Relógio suíço não se atrasou na hora da vitória... 

Flashes do Europeu 2023/Sant Sadurní d’Anoia (2)

Grupo A / 1.ª jornada

Portugal - Itália: 7-4

Golos: Gonçalo Alves (4), Henrique Magalhães, João Souto, Hélder Nunes / Giulio Cocco (2), Davide Gavioli, Andrea Malagoli

Lusos mostram o porquê de serem um dos principais candidatos ao título diante de um... candidato... 

Flashes do Europeu 2023/Sant Sadurní d’Anoia (1)

Grupo A / 1.ª jornada

Espanha - França: 2-2

Golos: Marc Grau, Xavi Barroso / Roberto Di Benedetto, Carlo Di Benedetto

Irmãos Di Benedetto pregam partida à poderosa Espanha no arranque do Europeu... 

sexta-feira, 14 de julho de 2023

Lendas (2)... Carlos Realista (Portugal)

Ele foi um dos hoquistas marcantes de uma das mais talentosas e vitoriosas gerações da modalidade em Portugal. O seu nome é ainda hoje recordado pelos apaixonados do hóquei como um cavalheiro dentro e fora dos rinques, quer pela sua forma de ser, quer pela sua forma de jogar. Falamos de Carlos Realista, defesa/médio de uma classe ímpar que nasceu para o hóquei em patins na "margem sul", isto é, no Barreiro, ao serviço da lendária CUF.  Veio ao Mundo a 2 de maio de 1963, em Alhos Vedros, concelho da Moita, mas seria no seio da CUF que iniciou a sua ligação ao desporto. Primeiro no atletismo, depois no futebol, até chegar ao hóquei em patins, pela mão de uma outra grande figura desta modalidade, Leonel Fernandes, que treinava as escolas do emblema do Barreiro. Realista teria nessa altura uns 8 ou 9 anos. O hóquei em patins entranhou-se de imediato no jovem Carlos, que mais tarde dá o salto para Lisboa, onde começou por representar o Clube Atlético de Campo de Ourique (CACO), emblema que na sua história formou alguns dos melhores hoquistas lusos de todos os tempos, casos de Vaz Guedes, Carlos Bernardino, Vasco Velez, Luís Nunes, e, claro, Carlos Realista, que no início da década de 80 chega a um dos maiores clubes nacionais, o Sporting. No bolso trazia já dois títulos de campeão nacional de juniores conquistados ao serviço do CACO. Sporting que poucos anos antes (1977) tinha encantado a Europa do hóquei através do seu "dream team" que venceu a primeira Taça dos Campeões Europeus (TCE) para Portugal. A fasquia para Realista estava pois alta, já que em Alvalade partilhou o balneário com lendas como Chana, Ramalhete, Vítor Rosado, Sobrinho, ou José Rosado. E no Sporting foi treinado por aquele que é considerado como o maior hoquista do Mundo de todos os tempos, António Livramento, que precisamente em 77 havia terminado a sua brilhante carreira de atleta. Mas Realista não se assustou, pelo contrário, mostrou todo o seu talento e foi pedra fundamental para uma sequência de êxitos nos quatro anos seguintes em que vestiu a camisola do Sporting. E logo na primeira temporada venceu o campeonato nacional da 1.ª Divisão e a Taça dos Vencedores das Taças (TVT), este último o seu primeiro troféu continental que haveria de fazer dele até aos dias de hoje um jogador especial. Mas já lá vamos.  Em 83/84 vence a Taça de Portugal, ao que se seguiu uma nova vitória internacional, desta feita a Taça CERS, após um duplo triunfo na final sobre os italianos do Novara. Na sua última temporada de leão ao peito Realista venceria uma nova TVT, agora ante os alemães do Walsum. Entretanto, a norte de Portugal estava a consolidar-se outra equipa de sonho, outro conjunto que marcou a história do hóquei português e planetário. Era o FC Porto que se preparava para dominar o hóquei nacional e conquistar a Europa em duas ocasiões. E a primeira passagem pela Cidade Invicta não podia ter corrido melhor para Realista, já que nas duas primeiras temporadas de azul e branco (85/86 e 86/87) sagra-se bi-campeão nacional e bi-campeão da Taça de Portugal. A par do domínio supremo a nível nacional venceria a primeira de duas TCE ao serviço dos portistas. Logo na sua primeira época ajuda o Porto a derrotar os italianos do Novara.  Realista era já por esta altura a par de Vítor Hugo, Vítor Bruno, Franklim Pais, António Alves, ou Tó Neves (todos eles do FC Porto) um dos maiores craques do hóquei luso e mundial. Titular indiscutível do FC Porto e da seleção nacional o jogador nascido em Alhos Vedros tem em 87/88 a sua única aventura no hóquei internacional, isto é, a única vez que jogou no estrangeiro. E fê-lo logo num dos maiores e mais laureados emblemas do planeta, o Barcelona. Realista fez por isso história no clube da Catalunha, já que se tornaria no primeiro estrangeiro a atuar pela equipa de hóquei em patins do Barça. Porém, não conseguiu qualquer título na passagem por Espanha. Regressaria a Portugal e ao Porto, onde nos cinco anos seguintes continuou a escrever história, vencendo mais três títulos de campeão nacional (88/89, 89/90 e 90/91), uma Taça de Portugal (88/89), e acima de tudo, a segunda TCE, conquistada em 89/90 diante do Noia. Já na casa dos 30's mas ainda com muito hóquei nos patins viaja em 93/94 para o Minho, onde defendeu por três temporadas as cores de outro grande da modalidade, o Óquei de Barcelos. E quem pensava que Carlos Realista iria para Barcelos descansar enganou-se redondamente, pois foi peça fundamental na conquista do título de campeão nacional de 92/93 e na Taça CERS de 94/95. E voltando atrás nesta breve biografia, quando aludimos a Realista como um jogador especial, porque com este último triunfo europeu esta figura passou a ser o primeiro - e único até à data - jogador português que conquistou troféus internacionais por três clubes diferentes. Realista pendurou os patins ao serviço do Gulpilhares. Como já referimos ele fez parte de uma das mais icónicas gerações do hóquei português, a geração liderada pelo mago Vítor Hugo. Realista esteve presente em 5 Campeonatos do Mundo (84, 86, 88, 89, e 91) e outros tantos Campeonatos da Europa (81, 83, 85, 87, e 90), tendo conquistado um título mundial (em 1991, no Porto), e um cetro europeu (em 87, em Oviedo). Vestiu a camisola da seleção nacional em 180 ocasiões. A brilhante carreira de Carlos Realista foi reconhecida pelo Estado português, que lhe atribuiu as medalhas de Mérito e de Honra.

quinta-feira, 13 de julho de 2023

Fotografia com História (7)...


O Dream Team mais famoso da histórica do hóquei patinado português: eis o Sporting Clube de Portugal, e as figuras (e respetiva biografia) que fizeram parte da magnífica equipa que em 77 conquistou de forma brilhante a Europa.

quarta-feira, 12 de julho de 2023

Lista de Campeões... Campeonato da Europa de Hóquei em Patins

O Campeonato da Europa é a competição de seleções mais antiga do hóquei patinado mundial. Começou a ser disputado em 1926, em Herne Bay (Inglaterra), e entre 1936 e 1956 (com exceção dos anos 1937 e 1938) era também considerado como Campeonato do Mundo, ou seja, as seleções que vencessem o Europeu eram também tituladas como campeãs mundiais, ou vice-versa. Portugal é atualmente a seleção mais titulada da competição, com 22 cetros. Espanha, Itália, e Inglaterra são as restantes seleções que já venceram a prova cuja lista de campeões a seguir apresentamos. 

2025: Paredes (Portugal) - Vencedor: PORTUGAL
2023: Sant Sadurní d' Anoia (Espanha) - Vencedor: ESPANHA
2021: Paredes (Portugal) - Vencedor: ESPANHA
2018: Corunha (Espanha) - Vencedor: ESPANHA
2016: Oliveira de Azeméis (Portugal) - Vencedor: PORTUGAL
2014: Alcobendas (Espanha) - Vencedor: ITÁLIA

2012: Paredes (Portugal) - Vencedor: ESPANHA

2010: Wuppertal (Alemanha) - Vencedor: ESPANHA

2008: Oviedo (Espanha) - Vencedor: ESPANHA

2006: Monza (Itália) - Vencedor: ESPANHA

2004: La Roche-sur-Yon (França) - Vencedor: ESPANHA

2002: Florença (Itália) - Vencedor: ESPANHA

2000: Wimmis (Suíça) - Vencedor: ESPANHA
1998: Paços de Ferreira (Portugal) - Vencedor: PORTUGAL

1996: Salsomaggiore (Itália) - Vencedor: PORTUGAL

1994: Funchal (Portugal) - Vencedor: PORTUGAL

1992: Wuppertal (Alemanha) - Vencedor: PORTUGAL

1990: Lodi (Itália) - Vencedor: ITÁLIA

1987: Oviedo (Espanha) - Vencedor: PORTUGAL

1985: Barcelos (Portugal) - Vencedor: ESPANHA

1983: Vercelli (Itália) - Vencedor: ESPANHA

1981: Essen (Alemanha) - Vencedor: ESPANHA
1979: Barcelona (Espanha) - Vencedor: ESPANHA
1977: Barcelos (Portugal) - Vencedor: PORTUGAL

1975: Viareggio (Itália) - Vencedor: PORTUGAL

1973: Iserlohn (Alemanha) - Vencedor: PORTUGAL
1971: Lisboa (Portugal) - Vencedor: PORTUGAL

1969: Lausanne (Suíça) - Vencedor: ESPANHA

1967: Bilbao (Espanha) - Vencedor: PORTUGAL
1965: Lisboa (Portugal) - Vencedor: PORTUGAL

1963: Porto (Portugal) - Vencedor: PORTUGAL

1961: Turim (Itália) - Vencedor: PORTUGAL

1959: Genebra (Suíça) - Vencedor: PORTUGAL
1957: Barcelona (Espanha) - Vencedor: ESPANHA
1956: Porto (Portugal) - Vencedor: PORTUGAL
1955: Milão (Itália) - Vencedor: ESPANHA
1954: Barcelona (Espanha) - Vencedor: ESPANHA
1953: Genebra (Suíça) - Vencedor: ITÁLIA

1952: Porto (Portugal) - Vencedor: PORTUGAL

1951: Barcelona (Espanha) - Vencedor: ESPANHA
1950: Milão (Itália) - Vencedor: PORTUGAL
1949: Lisboa (Portugal) - Vencedor: PORTUGAL
1948: Montreux (Suíça) - Vencedor: PORTUGAL
1947: Lisboa (Portugal) - Vencedor: PORTUGAL

1939: Montreux (Suíça) - Vencedor: INGLATERRA

1938: Antuérpia (Bélgica) - Vencedor: INGLATERRA

1937: Herne Bay (Inglaterra) - Vencedor: INGLATERRA
1936: Estugarda (Alemanha) - Vencedor: INGLATERRA

1934: Herne Bay (Inglaterra) - Vencedor: INGLATERRA

1932: Herne Bay (Inglaterra) - Vencedor: INGLATERRA

1931: Montreux (Suíça) - Vencedor: INGLATERRA

1930: Herne bay (Inglaterra) - Vencedor: INGLATERRA

1929: Montreux (Suíça) - Vencedor: INGLATERRA

1928: Herne Bay (Inglaterra) - Vencedor: INGLATERRA

1927: Montreux (Suíça) - Vencedor: INGLATERRA
1926: Herne Bay (Inglaterra) - Vencedor: INGLATERRA